NEGOCIAÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2017

Prezados,

 

Para manter nossos associados bem informados, retomamos o assunto relativo à negociação coletiva de trabalho,

com vistas à renovação da Convenção Coletiva.

 

  1. Em razão do impasse nas negociações, a Assembleia Geral foi reconvocada e houve reunião no dia 21 de

março de 2017.

 

Nessa oportunidade, por unanimidade dos presentes foi autorizada a oferta de aumento salarial com base

no INPC (6,58%), além de autorizar que a comissão patronal de negociação abrisse mão do pleito relativo

à implantação do Banco de Horas na CCT.

 

  1. A comissão de negociação se reuniu com os representantes do sindicatos laborais (Curitiba e Londrina) no

dia 28 de março de 2017.

 

Após calorosos debates  nossa comissão apresentou a proposta de excluir da pauta patronal a inclusão de

cláusula sobre banco de horas e ofereceu o reajuste nos salários, tabelas, vale refeição/alimentação e

seguro de vida, de acordo com o INPC = 6,58% (conforme a pauta inicial dos trabalhadores).

 

Porém, propôs que o referido reajuste fosse concedido em duas parcelas (uma retroativa a janeiro do

corrente ano e a outra para julho), diante das inegáveis dificuldades do segmento empresarial.

 

Os representantes dos sindicatos laborais recusaram a proposta, com veemência.

 

Diante do impasse, nossa comissão ofereceu o INPC = 6,58% numa só parcela, retroativa à data base (01

de janeiro).

 

De forma intransigente, os representantes dos sindicatos laborais recusaram mais uma vez a proposta

patronal, afirmando que somente admitem celebrar a CCT se o reajuste foi de 7% (= INPC + aumento real).

 

Assim, lamentamos informar que o impasse persiste, bem como a forma radical como os trabalhadores vem se

portando nesta negociação, totalmente avessos a qualquer negociação ou pleito formulado pelos representantes

das empresas.

 

Por tais razões, orientamos que as empresas não aceitem (e não estão obrigadas a aceitar) negociar as condições

de trabalho pela via do Acordo Coletivo de Trabalho, para maior coesão, segurança jurídica e solução da

Convenção Coletiva de Trabalho da nossa categoria.

 

A Comissão continua envidando esforços para conseguir concluir o processo de negociação.

Prezados,

 

Para manter nossos associados bem informados, retomamos o assunto relativo à negociação coletiva de trabalho,

com vistas à renovação da Convenção Coletiva.

 

  1. Em razão do impasse nas negociações, a Assembleia Geral foi reconvocada e houve reunião no dia 21 de

março de 2017.

 

Nessa oportunidade, por unanimidade dos presentes foi autorizada a oferta de aumento salarial com base

no INPC (6,58%), além de autorizar que a comissão patronal de negociação abrisse mão do pleito relativo

à implantação do Banco de Horas na CCT.

 

  1. A comissão de negociação se reuniu com os representantes do sindicatos laborais (Curitiba e Londrina) no

dia 28 de março de 2017.

 

Após calorosos debates  nossa comissão apresentou a proposta de excluir da pauta patronal a inclusão de

cláusula sobre banco de horas e ofereceu o reajuste nos salários, tabelas, vale refeição/alimentação e

seguro de vida, de acordo com o INPC = 6,58% (conforme a pauta inicial dos trabalhadores).

 

Porém, propôs que o referido reajuste fosse concedido em duas parcelas (uma retroativa a janeiro do

corrente ano e a outra para julho), diante das inegáveis dificuldades do segmento empresarial.

 

Os representantes dos sindicatos laborais recusaram a proposta, com veemência.

 

Diante do impasse, nossa comissão ofereceu o INPC = 6,58% numa só parcela, retroativa à data base (01

de janeiro).

 

De forma intransigente, os representantes dos sindicatos laborais recusaram mais uma vez a proposta

patronal, afirmando que somente admitem celebrar a CCT se o reajuste foi de 7% (= INPC + aumento real).

 

Assim, lamentamos informar que o impasse persiste, bem como a forma radical como os trabalhadores vem se

portando nesta negociação, totalmente avessos a qualquer negociação ou pleito formulado pelos representantes

das empresas.

 

Por tais razões, orientamos que as empresas não aceitem (e não estão obrigadas a aceitar) negociar as condições

de trabalho pela via do Acordo Coletivo de Trabalho, para maior coesão, segurança jurídica e solução da

Convenção Coletiva de Trabalho da nossa categoria.

 

A Comissão continua envidando esforços para conseguir concluir o processo de negociação.

 

Por isso recomendamos que aguardem nossas orientações.

 

Fiquem à vontade para dirimir dúvidas através do telefone 41 3253 7172 / e-mail sigep@sigep.org.br.

 

Abilio de Oliveira Santana

Presidente

Por isso recomendamos que aguardem nossas orientações.

 

Fiquem à vontade para dirimir dúvidas através do telefone 41 3253 7172 / e-mail sigep@sigep.org.br.

 

Abilio de Oliveira Santana

Presidente
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