Prêmio Fernando Pini 2019

Confiram os 20 produtos das Gráficas Paranaenses vencedores do

29º Prêmio Brasileiro de Excelência Gráfica Fernando Pini:

43% a mais que 2018!

 

01.03. – Livros Institucionais

Produto: 70 anos FECOMÉRCIO PARANÁ

Razão Social: Corgraf Gráfica e Editora Ltda

Cliente: Federação do Comércio do Paraná

 

02.02. – Revistas Periódicas de Caráter Variado com Recursos Gráficos Especiais

Produto: ABC Design

Razão Social: Maxi Gráfica e Editora Ltda

Cliente: In-Folio Editora

 

02.03. – Revistas Infantis/Juvenis ou de Desenhos

Produto: Revista Come & Play

Razão Social: Malires Gráfica e Editora

Cliente: Influx

 

04.02. – Rótulos em Autoadesivo se Efeitos Efeitos Especiais

Produto: Cervejaria Haus Bier

Razão Social: OGG Digital Gráfica Ltda

Cliente: Haus Bier

 

05.04. – Embalagens de Micro-ondulados com e sem Efeitos Especiais

Produto: Cesta de Natal Holanda

Razão Social: Corgraf Gráfica e Editora Ltda

Cliente: Overseas Import. E Export. De Cosméticos Ltda.

 

05.07. – Embalagens Flexíveis Impressas em Flexografia

Produto: Cerveja Tomorrowland

Razão Social: Gráfica Fatimense – Catuaí Rótulos

Cliente: Farra Bier

 

06.05. – Folhetos Publicitários

Produto: Feras In Wonderland

Razão Social: Hellograf Artes Gráficas Ltda

Cliente: Multiaplicativa

 

06.09. – Calendários de Mesa e de Parede

Produto: Macopá

Razão Social: Artes Gráficas e Editora Belton  

Cliente: Macopá

 

07.07. – Cadernos Escolares em Conformidade com a Norma ABNT NBR 15733

Produto: Caderno Fichário Allegro

Razão Social: Ótima Gráfica

Cliente: Varejistas de Papelaria e Presentes

 

07.09. – Agendas

Produto: Planner A5 FC Allegro

Razão Social: Ótima Gráfica

Cliente: Lojistas de Papelaria e Presentes

 

08.03. – Catálogos e Folhetos Promocionais

Produto: Catálogo O Boticário (de Natal do ano passado – ciclo 18)

Razão Social: Posigraf Gráfica e Editora

Cliente: O Boticário

 

09.01 – Kits Promocionais

Produto: Kit Caixa Quadro

Razão Social: Ótima Gráfica

Cliente: Ótima

 

09.02. – Calendários

Produto: Em 2019, viva a vida com Sabedoria!

Razão Social: Corgraf Gráfica e Editora Ltda.

Cliente: Corgraf Gráfica e Editora Ltda.

 

09.04. – Sacolas Próprias

Produto: Sacola Amar é

Razão Social: Corgraf Gráfica e Editora Ltda.

Cliente: Corgraf Gráfica e Editora Ltda.

 

09.05. – Cartões de Visita e Papelarias

Produto: Papelaria Solução

Razão Social: Corgraf Gráfica e Editora Ltda.

Cliente: Corgraf Gráfica e Editora Ltda

 

12.01 – Impressão Digital em Grandes Formatos

Produto: Jardim dos 5 Sentidos

Razão Social: Artes Gráficas e Editora Belton

Cliente: Colégio Erasto

 

12.02. – Impressão Digital em Pequenos e Médios Formatos

Produto: Quadro Vittorine

Razão Social: Artes Gráficas e Editora Belton  

Cliente: Vittorine

 

13.01. – Embalagens de Baixas Tiragens

Produto: Eneagrama

Razão Social: Artes Gráficas e Editora Belton  

Cliente: Instituto Eneagrama

 

13.02. – Livros de Baixas tiragens

Produto: Fato como esse só

Razão Social: Artes Gráficas e Editora Belton  

Cliente: Sandra Bozza

 

14.01. – Design Gráfico

Produto: Linha Riccio

Razão Social: Ótima Gráfica  

Cliente: Varejistas de Papelarias e Presentes

 

Novo presidente do Sigep/Abigraf-PR quer entidades mais próximas dos empresários gráficos

Estar mais próximo dos empresários gráficos por todo o Paraná e promover maior integração entre eles para a solução de problemas comuns no setor são os focos de Edson Benvenho,  novo presidente do Sigep/Abigraf-PR (Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado do Paraná e Associação Brasileira da Indústria Gráfica – Abigraf Regional Paraná). Diretor da Midiograf, de Londrina,  uma das principais gráficas do Paraná, Benvenho tomou posse oficialmente no último dia 5, em cerimônia no Sebrae, em Curitiba, para o mandato que vai até o final de 2022. Ele substitui Abilio de Oliveira Santana (que presidia o Sigep), e a Jair Leite (que era presidente da Abigraf-PR).

Por realinhamento estratégico, as entidades representativas da indústria gráfica paranaense passam a ter novamente um único presidente. É a primeira vez que o presidente fica baseado fora da capital. E é justamente este fato que o novo comandante pretende explorar para colocar seus planos em prática. “No convite da gestão anterior para eu assumir a presidência já estava implícita, também, esta questão de eu ser de Londrina. Vou aproveitar isso para pensar a gestão com mais presença dos empresários gráficos nas decisões. Por isso, compus a diretoria com representantes de gráficas de boa parte do Paraná. Vamos todos nos juntar com os empresários de Curitiba para fortalecer o setor gráfico paranaense”.

E o interior realmente tem peso. Recente Panorama Setorial da Indústria Gráfica, feito pela Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) com o apoio do Sigep, mapeou que o Paraná tem 1.511 gráficas, das quais cerca de metade estão espalhadas pelo interior. Benvenho pretende continuar e aprimorar o objetivo das gestões anteriores de replicar no interior boa parte dos eventos que acontecem na capital. Para isso, vai aproveitar a estrutura que a Fiep coloca à disposição dos sindicatos, incluindo o Sigep/Abigraf-PR. “A Fiep tem em Londrina e em outras cidades a Casa da Indústria, que oferece totais condições e estrutura para palestras, workshops e todo tipo de encontro que possibilite reciclagem de conhecimento e troca de experiências. Já temos usado esta ferramenta, mas vamos potencializar isso na nossa gestão, facilitando o contatos de todos os empresários com novos conhecimentos”.

Por outro lado, o novo presidente do Sigep/Abigraf-PR também quer a maior participação dos empresários do interior nas reuniões e eventos em Curitiba. A interação, segundo ele, é um dos pontos-chave para a busca de soluções dos problemas comuns do setor. “Embora possa haver algumas diferenças por conta das características de cada região, as gráficas enfrentam praticamente os mesmos problemas, ainda mais neste mundo totalmente dinâmico e rápido em suas mudanças. Quanto mais estivermos juntos e conversando sobre a gestão de nossas empresas, mais facilmente vamos encontrar as soluções que satisfaçam a todos”, disse Benvenho.

Até pela questão da troca de experiências, Benvenho fez questão de manter na diretoria praticamente todos os recentes ex-presidentes do Sigep/Abigraf-PR. Abilio Santana, por exemplo, que acaba de deixar o Sigep, disse que o novo presidente vai ter apoio total. “Assim como recebi muito apoio quando assumi, também estarei pronto para ajudar o Edson Benvenho a concretizar suas ideias”. Jair Leite, ex-presidente da Abigraf-PR, também se colocou à disposição. “A gente perde o título de presidente quando acaba o mandato, mas no dia a dia estamos sempre pensando o setor e como contribuir para melhorá-lo. O Benvenho tem uma ótima cabeça, é um empresário de sucesso, e poderá contar com a nossa experiência”.

Mais do que impressão, indústria de comunicação

A cerimônia de posse de Edson Benvenho foi aberta com palestra do economista e consultor do Sebrae, Vitor Hugo Strozzi.  Ele fez várias ponderações a respeito de tendências e oportunidades para o setor, principalmente por conta da onda digital. Strozzi até usou a expressão bem conhecida “não é o grande que come o pequeno, e sim o rápido que come o lento” para indicar aos empresários gráficos um norte daqui para a frente. “Saber o que exatamente o cliente espera e quer do seu negócio é extremamente essencial. Por isso, é preciso trabalhar o máximo a personalização dos materiais de impressão e comunicação e aproveitar os pequenos nichos, muitos deles ainda inexplorados”.

A mensagem do consultor veio ao encontro da realidade de mercado reforçada pelo presidente do Conselho Diretivo da Abigraf Nacional, Julião Flaves Gaúna. Com a constatação de fechamento de pelo menos 5% do volume total de gráficas brasileiras nos últimos três anos (hoje são 19.326 empresas), Julião acena para a necessidade urgente do gráfico entender o mercado atual. “O empresário gráfico precisa se conscientizar de que não somos mais uma indústria de impressão, e sim de comunicação. Isso passa pelo fato de que estamos imprimindo muito além do papel, com vários outros substratos, como madeira, cerâmica, plástico, entre outros. Quem não perceber isso vai ficar fora do mercado”.

Segundo ele, na média, o setor  vai fechar o ano no “zero a zero” em termos de crescimento, mas com um viés de alta para 2020. “A economia já deu sinais de aquecimento, embora pequeno, e isso vai refletir diretamente no nosso setor. Mas só vai se beneficiar o empresário que estiver preparado e isso passa por reciclar os conhecimentos, ser participativo nas entidades e estar atento às mudanças nas formas de consumo de produtos e de informação”.

Para acessar as fotos: https://www.facebook.com/sigepabigrafparana – crédito: Amarildo Henning

 

 

Novo presidente do Sigep/Abigraf-PR quer entidades mais próximas dos empresários gráficos

Estar mais próximo dos empresários gráficos por todo o Paraná e promover maior integração entre eles para a solução de problemas comuns no setor são os focos de Edson Benvenho,  novo presidente do Sigep/Abigraf-PR (Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado do Paraná e Associação Brasileira da Indústria Gráfica – Abigraf Regional Paraná). Diretor da Midiograf, de Londrina,  uma das principais gráficas do Paraná, Benvenho tomou posse oficialmente no último dia 5, em cerimônia no Sebrae, em Curitiba, para o mandato que vai até o final de 2022. Ele substitui Abilio de Oliveira Santana (que presidia o Sigep), e a Jair Leite (que era presidente da Abigraf-PR).

Por realinhamento estratégico, as entidades representativas da indústria gráfica paranaense passam a ter novamente um único presidente. É a primeira vez que o presidente fica baseado fora da capital. E é justamente este fato que o novo comandante pretende explorar para colocar seus planos em prática. “No convite da gestão anterior para eu assumir a presidência já estava implícita, também, esta questão de eu ser de Londrina. Vou aproveitar isso para pensar a gestão com mais presença dos empresários gráficos nas decisões. Por isso, compus a diretoria com representantes de gráficas de boa parte do Paraná. Vamos todos nos juntar com os empresários de Curitiba para fortalecer o setor gráfico paranaense”.

E o interior realmente tem peso. Recente Panorama Setorial da Indústria Gráfica, feito pela Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) com o apoio do Sigep, mapeou que o Paraná tem 1.511 gráficas, das quais cerca de metade estão espalhadas pelo interior. Benvenho pretende continuar e aprimorar o objetivo das gestões anteriores de replicar no interior boa parte dos eventos que acontecem na capital. Para isso, vai aproveitar a estrutura que a Fiep coloca à disposição dos sindicatos, incluindo o Sigep/Abigraf-PR. “A Fiep tem em Londrina e em outras cidades a Casa da Indústria, que oferece totais condições e estrutura para palestras, workshops e todo tipo de encontro que possibilite reciclagem de conhecimento e troca de experiências. Já temos usado esta ferramenta, mas vamos potencializar isso na nossa gestão, facilitando o contatos de todos os empresários com novos conhecimentos”.

Por outro lado, o novo presidente do Sigep/Abigraf-PR também quer a maior participação dos empresários do interior nas reuniões e eventos em Curitiba. A interação, segundo ele, é um dos pontos-chave para a busca de soluções dos problemas comuns do setor. “Embora possa haver algumas diferenças por conta das características de cada região, as gráficas enfrentam praticamente os mesmos problemas, ainda mais neste mundo totalmente dinâmico e rápido em suas mudanças. Quanto mais estivermos juntos e conversando sobre a gestão de nossas empresas, mais facilmente vamos encontrar as soluções que satisfaçam a todos”, disse Benvenho.

Até pela questão da troca de experiências, Benvenho fez questão de manter na diretoria praticamente todos os recentes ex-presidentes do Sigep/Abigraf-PR. Abilio Santana, por exemplo, que acaba de deixar o Sigep, disse que o novo presidente vai ter apoio total. “Assim como recebi muito apoio quando assumi, também estarei pronto para ajudar o Edson Benvenho a concretizar suas ideias”. Jair Leite, ex-presidente da Abigraf-PR, também se colocou à disposição. “A gente perde o título de presidente quando acaba o mandato, mas no dia a dia estamos sempre pensando o setor e como contribuir para melhorá-lo. O Benvenho tem uma ótima cabeça, é um empresário de sucesso, e poderá contar com a nossa experiência”.

Mais do que impressão, indústria de comunicação

A cerimônia de posse de Edson Benvenho foi aberta com palestra do economista e consultor do Sebrae, Vitor Hugo Strozzi.  Ele fez várias ponderações a respeito de tendências e oportunidades para o setor, principalmente por conta da onda digital. Strozzi até usou a expressão bem conhecida “não é o grande que come o pequeno, e sim o rápido que come o lento” para indicar aos empresários gráficos um norte daqui para a frente. “Saber o que exatamente o cliente espera e quer do seu negócio é extremamente essencial. Por isso, é preciso trabalhar o máximo a personalização dos materiais de impressão e comunicação e aproveitar os pequenos nichos, muitos deles ainda inexplorados”.

A mensagem do consultor veio ao encontro da realidade de mercado reforçada pelo presidente do Conselho Diretivo da Abigraf Nacional, Julião Flaves Gaúna. Com a constatação de fechamento de pelo menos 5% do volume total de gráficas brasileiras nos últimos três anos (hoje são 19.326 empresas), Julião acena para a necessidade urgente do gráfico entender o mercado atual. “O empresário gráfico precisa se conscientizar de que não somos mais uma indústria de impressão, e sim de comunicação. Isso passa pelo fato de que estamos imprimindo muito além do papel, com vários outros substratos, como madeira, cerâmica, plástico, entre outros. Quem não perceber isso vai ficar fora do mercado”.

Segundo ele, na média, o setor  vai fechar o ano no “zero a zero” em termos de crescimento, mas com um viés de alta para 2020. “A economia já deu sinais de aquecimento, embora pequeno, e isso vai refletir diretamente no nosso setor. Mas só vai se beneficiar o empresário que estiver preparado e isso passa por reciclar os conhecimentos, ser participativo nas entidades e estar atento às mudanças nas formas de consumo de produtos e de informação”.

para acessar as fotos: https://www.facebook.com/sigepabigrafparana/media_set?set=a.2458370897617236&type=3

 

Finalistas :: Prêmio Fernando Pini 2019

Temos o prazer de informar recorde de produtos finalistas paranaenses na edição 2019 do Prêmio Fernando Pini – o maior prêmio ao produto impresso nacional (vide relações anexas) e abaixo alguns números:

Número de produtos paranaenses finalistas: 92 produtos – 3,3% a mais de presença de produtos finalistas que 2018

Número de gráficas paranaenses finalistas: 17 gráficas

Gráficas finalistas em número de produtos:

Belton – 18 produtos

Corgraf – 15 produtos

Malires – 14 produtos

Posigraf – 09 produtos

Midiograf – 07 produtos

Hellograf – 06 produtos

Lisegraff – 06 produtos

Ótima – 05 produtos

Maxi Gráfica – 04 produtos

World Laser, Graciosa, OGG Digital, Catuaí Rótulos (Nova Fátima), Nova Gráfica, Flink Print, Catuaí Rótulos (Fatimense) e Tecnicópias – 01 produto

O SIGEP/ABIGRAF-PR se orgulha da expressiva performance das gráficas associadas paranaenses nessa etapa da premiação e desde já deseja sorte à todas e lembrando

que seus produtos já estão reconhecidamente entre os cinco melhores do Brasil!!

Parabéns à todas as Equipes!

Sucessão familiar: a arte e a ciência de preservar a família e os negócios

Prezadas Associadas,

:: Convidamos para a palestra ::

Sucessão familiar: a arte e a ciência de preservar a família e os negócios

Dia         :: 28.08.2019 (quarta-feira)

Horário :: 18h30 Welcome Coffee

19h00 Palestra

Local      :: Edifício Jorge Aloysio Weber

Rua Augusto Severo, 1050 – Alto da Glória

Curitiba – PR

O setor gráfico paranaense é constituído, quase em sua totalidade, por empresas familiares. Aquele pequeno negócio tornou-se grande, assim como os problemas e as dificuldades de gestão administrativa e familiar se tornaram mais complexas com o crescimento dos negócios.

Planejar a sucessão familiar é o tema central desenvolvido pelo consultor e palestrante Fernando Botto Lamóglia na sede do SIGEP/ABIGRAF-PR, ocasião em que abordará o momento adequado de se pensar num planejamento sucessório para se preservar o tripé sustentabilidade do negócio, saúde familiar e clima organizacional.

No encontro, o palestrante abordará o tema trazendo a sua ampla experiência enquanto consultor de empresas, dicas e sugestões de como dar os primeiros passos da sucessão familiar.

Fernando é doutor em educação, palestrante e escritor. Atuou como diretor de empresas familiares no Brasil e no exterior. Experiente psicólogo e advogado, desenvolve atividades de consultoria empresarial, entre elas a de sucessão familiar e treinamentos na área comportamental, coordenador científico na empresa Gestão Integral. Contato: www.gestaointegral.com.br; fernando@gestaointegral.com.br.

Gentileza confirmar sua presença pelo email: marketing@sigep.org.br ou fone 41 3253.7172.

VENCEDORES PARANAENSES – Concurso Theobaldo de Nigris

 

É com grande satisfação que informamos as gráficas paranaenses premiadas no Concurso Latino-Americano de Produtos Gráficos Theobaldo De Nigris.

Em breve indicaremos o produto que foi contemplado com este prêmio.

 

BELTON foi premiada com 3 Troféus Gráfica OURO e 2 Troféus Gráfica PRATA

 

CATUAÍ RÓTULOS foi premiada com 1 Troféu Gráfica OURO e 1 Troféu Gráfica PRATA

 

POSIGRAF foi premiada com 1 Troféu Gráfica OURO 

 

CORGRAF foi premiada com 3 Troféus Gráfica PRATA

 

Informações Importantes:

 

A Cerimônia de Premiação será realizada no dia 22 de Agosto  às 19h30.

Local: Centro Citibanamex

Avenida del Conscripto 311, Lomas de Sotelo, 11200 Miguel Hidalgo, CDMX – México

 

Sugestão de Hospedagem:

Hotel Fiesta Americana Reforma

Rua: Paseo de la Reforma, 80

 

Caso queiram fazer contato para reservas e hospedagem : Sra. Gloria  Díaz Amaral – +52 1 55 5903 7790. ( México)

NORMA REGULAMENTADORA – NR 12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS – Alterações

 

ABIGRAF NACIONAL / COM – 041A / 2019

– NORMA REGULAMENTADORA – NR 12 –
– SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS –
– Alterações –

A Portaria nº 916 / 2019 (DOU 1 – 31.JUL.2019), em anexo, aprovada pelo Secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia altera a Norma Regulamentadora NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.

A nova revisão da NR 12 apresenta ganhos que foram obtidos ao longo dos últimos cinco anos com ativa participação da FIESP nas Comissões Tripartites envolvendo o Governo, Trabalhadores e Empresários.

A Portaria nº 916 / 2019 ressalta os seguintes prazos:

• No Anexo VIII – Prensas e Similares especificamente os itens 2.6, 2.6.1, 2.6.2, 2.6.3, 2.8, 2.8.1, 2.8.1.1, 2.8.1.2, 3.3.2, 3.3.2.1, 3.3.2.1.1, 4.1.3 e 5.4 entrarão em vigor no prazo de 3 (três) anos, contados a partir da publicação da Portaria MTb n.º 873, de 06 de julho de 2017, publicada no DOU de 10 de julho de 2017.

• No Anexo XII – Equipamentos de guindar para elevação de pessoas e realização de trabalhos em altura, o item 2.3.2 entrará em vigor no prazo de 10 (dez) anos, contados a partir da publicação da Portaria SIT nº 293, de 8 de dezembro de 2011, publicada no DOU de 9 de dezembro de 2011.

A Nova NR 12 será interpretada de acordo com a Portaria SIT nº 787 / 2018 que define regras de aplicação, interpretação e estruturação das Normas Regulamentadoras. Basicamente a parte Geral da Norma e Anexos são assim classificados:

Corpo da Norma – classificada como “Especial” referem-se às normas que regulamentam a execução do trabalho considerando as atividades, instalações ou equipamentos empregados, sem estarem condicionadas a setores ou atividades econômicas específicas.

Anexos – classificados em três tipos:

• Tipo 1 – Complementa a parte Geral da NR
• Tipo 2 – Dispõe sobre situação específica
• Tipo 3 – Não interfere na NR, apenas exemplifica ou define termos

Destacamos a seguir os principais ganhos obtidos com a NR 12:

A) Não se aplica a NR 12

  1. Equipamentos estáticos (alínea “d” do item 12.4);
  2. Ferramentas portáteis e ferramentas transportáveis (semiestacionárias) (alínea “e” do item 11.4);
  3. Máquinas certificadas pelo INMETRO (alínea “f” do item 12.1.4).

B) Máquinas importadas e exportadas compatíveis

  1. Máquinas importadas que sigam as normas técnicas internacionais ou harmonizadas européias passam a ser compatíveis com a NR 12 (12.1);
  2. Máquinas importadas ou fabricadas no país que opcionalmente sigam a nova e mais exigente norma internacional de segurança de máquinas (ABNT NBR ISO 13849) também passam a ser compatíveis com a NR 12 (11.11);
  3. Sistemas robóticos industriais, inclusive colaborativos, também passam a ser compatíveis com a NR 12 (12.1.12)

C) Reconhecimento de todas as normas técnicas brasileiras, internacionais e européias, assim como incorporação de medidas alternativas ao estado da técnica

  1. Todas as normas técnicas vigentes brasileiras (NBR/ABNT), as internacionais (ISO) e as harmonizadas europeias do tipo C passam a ser compatíveis com a NR 12 (12.1)
  2. Na aplicação da NR 12 deverá ser considerada obrigatoriamente as características das máquinas e equipamentos, do processo, a apreciação de riscos e o estado da técnica (11.9)
  3. Permite a adoção de medidas e alternativas técnicas existentes de qualquer norma técnica brasileira, internacional ou harmonizada europeia do tipo C que atendem aos princípios de segurança da nova NR 12 (12.1.9.1.1)
  4. Não obriga o cumprimento de novas exigências das normas técnicas ao momento construtivo da máquina e equipamentos, de sua importação ou adequação, não sendo exigido novas obrigações advindas de normas técnicas publicadas posteriormente (12.1.9.2)

D) Transformação da NR 12 em uma “norma de princípios”

  1. O capítulo de Ergonomia, foi direcionado exclusivamente à NR 17 para os usuários e normas técnicas específicas para os fabricantes. (12.9.1);
  2. Houve substituição da expressão “instalações elétricas” por “circuitos elétricos” de forma a resolver o conflito entre a NR 12 e NR 10 (segurança no trabalho em eletricidade) das máquinas (13.1). A referida substituição dos termos assegura que se trata apenas da parte elétrica das máquinas e equipamentos (12.3.3);
  3. Supressão do item “A” do Anexo 1 – Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo quando utilizada barreira física remetendo às normas técnicas os regramentos de distanciamentos mínimas, barreiras ou outras soluções que impactam na segurança do trabalho (12.5.1.1);
  4. É permitida a segregação, o bloqueio e a sinalização que impeçam a utilização de máquinas e equipamentos, enquanto estiverem aguardando reparos, adequações de segurança, atualização tecnológica, desativação, desmonte e descarte (12.1.6).

E) Desburocratização, simplificação e modernização

  1. Deixou de ser obrigatória a elaboração de inventário detalhado de máquinas, bastando que a empresa mantenha à disposição dos interessados uma relação de máquinas e equipamentos (item suprimido da Norma – item 12.153 da vigência anterior)
  2. Medidas alternativas para a demarcação das áreas de circulação no entorno das máquinas e equipamentos de acordo com as normas técnicas oficiais ou alternativamente utilizando-se marcos, balizas ou outros meios físicos (12.1 e 12.2.1.1)
  3. Cursos de reciclagem passam ser exigidos somente quando implicar em novos riscos (12.16.18)
  4. Carga horária mínima das capacitações para reciclagem definida pelo empregador e dentro da jornada de trabalho (12.16.8.1)
  5. Incorporação da possibilidade programação preditiva da manutenção, em atenção aos conceitos da Indústria 4.0 (alínea “b” do item 12.11.2.2)
  6. As empresas que não possuem serviço próprio de manutenção de suas máquinas ficam desobrigadas de elaborar procedimentos de trabalho e segurança para essa finalidade (12.14.3.1)
  7. Manuais de máquinas nacionais ou importados fabricados a partir da vigência desta norma passarão a ser regidos exclusivamente por norma técnica específica (12.13.3)
  8. Substituições de inúmeras expressões em toda a norma, como por exemplo de “chave de segurança” por “dispositivo de intertravamento”, buscando adotar o termo técnico adequado, ao invés da utilização de termos comerciais (anexo IV – Glossário e vários outros itens da norma)
  9. Substituição de “impeça a burla” para “dificulte-se a burla” (alínea “e” do item 12.4.1) e outros itens da norma.

F) Adoção de medidas alternativas em pontos da norma

  1. Transportadores contínuos de correia que tenha largura até 762 mm (setecentos e sessenta e dois milímetros) ou 30 (trinta) polegadas cuja manutenção e/ou inspeção seja realizada por meio de plataformas móveis ou elevatórias, ficam dispensadas de possuírem passarelas em ambos os lados, beneficiando inúmeros setores (12.8.2.1);
  2. As máquinas estacionárias instaladas antes de 2010 ficam desobrigadas de apresentarem projeto da sua fundação, fixação, amortecimento e nivelamento (12.6.1);
  3. A instalação de sistemas de segurança poderá ser realizada por profissional legalmente habilitado ou profissional qualificado ou capacitado, desde que seja autorizado pela empresa (12.5.2.1);
  4. Em inúmeras situações poderão ser utilizados a apreciação de riscos para adotar medidas alternativas (p. ex. alínea “b” do item 12.3);
  5. A proteção nas transmissões de força deve ser realizada, somente quando oferecerem risco (12.9);
  6. Foi flexibilizado o acesso aos quadros ou painéis elétricos das máquinas para certas condições, como por exemplo manutenção, pesquisa de defeitos ou outras intervenções, uma vez que a versão anterior da norma exigia que a porta estivesse permanentemente fechada (alínea “a” do item 12.3.5).

Eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas através do e-mail dejur@abigraf.org.br.

São Paulo, 05 de agosto de 2019.

Interessados podem solicitar a íntegra da Portaria nº 916 – 219 pelo email: marketing@sigep.org.br.