Gráfica Planeta

Com yoga, Cristiane Blum Montes supera luto e inexperiência para manter forte a quase centenária Gráfica Planeta

Quem conversa com Cristiane Blum Montes, diretora da Gráfica Planeta, de Ponta Grossa, enxerga uma gestão serena e equilibrada. Com fala mansa, ela demonstra foco em fazer a empresa se manter viva, apesar de todas as dificuldades destes tempos de pandemia. Até aí nada demais em se tratando de alguém que dirige uma empresa que tem quase 100 anos de história e que já passou por inúmeros períodos de crises econômicas no Brasil. O que espanta é que oito meses atrás Cristiane não sabia nada do ramo gráfico e nem passava por sua cabeça dirigir um empreendimento do porte da Gráfica Planeta. No entanto, Cristiane não teve escolha. Seu marido, Josué Montes, que comandava a gráfica, faleceu de covid-19 em agosto de 2020 e ela se viu obrigada a arregaçar as mangas para manter forte o negócio da família.

E não houve nem tempo para luto ou adaptação. “Um dia depois do meu marido falecer eu estava lá na Planeta tomando conhecimento de tudo. Não tinha opção, pois não havia mais ninguém da família para assumir. Tive que aprender cada detalhe, ir atrás de fornecedor, conversar com funcionários. Trabalhei na produção, no acabamento e fui aos poucos entendendo como funcionava. A cada dia aprendo mais. Claro que contei e ainda conto com a importantíssima ajuda dos meus funcionários, que são como uma família. Alguns estão na gráfica há mais de 50 anos. Esse apoio deles facilitou o meu aprendizado”.

Embora nunca tivesse atuado diretamente no setor gráfico, Cristiane tinha contato com este mundo desde 1993, quando se casou com Josué. O falecido marido já trabalhava na Planeta, acompanhando o pai Davi Montes, que ainda hoje é conselheiro do negócio. Davi havia herdado a empresa do pai João Montes Filho, que fundou a Planeta em 1923 com os amigos Marcos Pereira e José Marcos do Nascimento. Os dois sócios aos poucos foram saindo. “O Josué aprendeu tudo de gráfica na prática. Entrou aos 14 anos limpando depósito e foi passando por todos os setores. No dia a dia sempre conversávamos sobre as coisas da empresa, mas o meu contato com o ramo gráfico ficava nisso. Até porque eu já era dona de uma loja de artesanato, que fica anexa à própria gráfica. Atualmente me divido em administrar a Planeta e a loja”.

Nessa empreitada, Cristiane levou o filho João Blum Montes, estudante de Psicologia, para ajudá-la na administração. Os planos, porém, são que ele contribua mais alguns anos apenas, seguindo a sua carreira de psicólogo depois que se formar.

Foco nas embalagens

À frente da gráfica, Cristiane vai aprendendo as artimanhas do setor, tanto que já tem mantido posição a respeito do nicho ao qual pretende dar mais atenção. “O nosso carro-chefe sempre foram os manuais técnicos para empresas, mas estamos nos tornando fortes também em embalagem por conta da demanda, que tem sido muito boa para várias partes do Brasil. No momento, não pensamos em investimentos, mas se eles acontecerem serão em equipamentos para embalagens de papel, que são o futuro do setor, até porque a sacola plástica tende a acabar”, explica Cristiane, que já projeta um leve crescimento na produção em 2021 em relação a 2020.

Apesar dos planos de investimento, o horizonte da Planeta nas mãos de Cristiane não é tão longe. A intenção dela é vender a gráfica daqui uns dez anos, quando o filho mais novo, hoje adolescente, estiver encaminhado. “Já até recebi propostas, mas não eram vantajosas. Por enquanto vamos levando, mas pode ser que venda no futuro. Quero encaminhar os filhos e ir morar na praia”.

E você pode estar se perguntando de onde vem tanta tranquilidade assim para superar a perda do marido e ao mesmo tempo assumir a responsabilidade de comandar uma empresa quase centenária. Cristiane explica: “Busco levar uma vida equilibrada por meio da yoga e do contato com as plantas. Isso me deixa centrada e reflete em tudo o que faço. Ajuda na conversa com os funcionários, nas negociações e na administração dos negócios. Consigo ter disciplina para superar esses tempos bem turbulentos sem me estressar tanto”.

ALEPHGRAPHICS apresenta clicheria digital completa por USD $49,900

A solução apresentada pela ALEPHGRAPHICS inclui uma gravadora digital flexo CRON HDI 400S, o software RIP Xitron Navigator Flexo Suíte e uma unidade compacta 4 em 1 com expositora, lavadora, secadora e unidade de acabamento de luz.

“O CTP Flexo CRON HDI 400S é uma verdadeira virada de jogo para os impressores de rótulos e etiquetas de banda estreita”, disse Marcos Piskorz, Diretor de negócios da ALEPHGRAPHICS Brasil. “Muitas empresas não podem pagar o alto preço dos equipamentos e os custos proibitivos de manutenção de outros fabricantes com soluções similares. Com um preço inicial de USD $49.900*, agora os impressores de rótulos e etiquetas podem gravar suas matrizes internamente utilizando chapas flexográficas digitais e diminuir sua dependência das clicherias. O formato 17″x22″ (430x560mm) é perfeito para a maioria dos convertedores, e com resolução de até 5080 dpi, esta solução oferece qualidade igual ou superior do que dispositivos muito mais caros.”

CRON HDI Flexo 400S
A HDI 400S grava qualquer chapa flexográfica com camada LAMS (Laser Ablation Mask) de até 17” x 22” (432mm x 560mm), sendo também compatível com chapas Letterpress digitais conhecidas popularmente como Nylon Print (Dry Offset e Tampografia), o que torna um parceiro ideal para trabalhar com as Chapas Flexográficas e Letterpress, ambas base água (revelação totalmente limpa e ecológica) da TOYOBO, que a ALEPHGRAPHICS também distribui.

A gravadora HDI Flexo 400S além de gravar chapas flexográficas pode gravar filmes ablativos e chapas offset de 0,15mm. Essa é a máquina ideal para o pequeno impressor que faz tampografia, impressão offset e impressão de rótulos e etiquetas. Com o sistema de clamp duplo da CRON, a fita adesiva nunca é necessária para fixar a chapa no tambor, independentemente do tamanho da chapa.
A ALEPHGRAPHICS é distribuidor master da CRON em toda a América Latina, e está destacando a HDI 400S para o mercado flexo de banda estreita no Brasil. O grande diferencial da CRON é oferecer uma garantia de dois anos para peças na linha HDI.Outras opções de gravadoras HDI são a HDI Flexo 600 (660x560mm), HDI Flexo 920 (920x675mm), HDI Flexo 1200 (1000x1200mm), HDI Flexo 1600 (1524x1200mm) e finalmente a HDI Flexo 2000 que grava chapas de até 2032x1270mm (80×50″). Todos os modelos tem como opcional a resolução de até 9600 dpi e velocidades de até 4.6m² por hora.

RIP Xitron Navigator Flexo Suite
O RIP Xitron Navigator Flexo Suite é uma coleção totalmente integrada de ferramentas de fluxo de trabalho projetadas especificamente para uso com os atuais sistemas Computer-to-Plate para Flexografia.

Navigator RIP
O primeiro RIP compatível com PDF 2.0 disponível. A Xitron vendeu mais de 35.000 RIPs Navigator em todo o mundo devido à sua consistência, velocidade e precisão de renderização. Os recursos integrados incluem resoluções definidas pelo usuário de até 9.600 dpi.

Fluxo de Trabalho Navigator
Intuitivo, fácil de configurar e usar, o Navigator Workflow é um sistema baseado em cliente-servidor. Os clientes podem ser instalados em estações de trabalho Mac e PC e os operadores podem manter o controle completo de seus trabalhos desde o envio até a conclusão. O Preview avançado no nível de pixel adiciona outro nível de precisão e confiança.

Navigator Plate Controller
Com a tarefa de montar todos os seus trabalhos e suas várias chapas, o Navigator Plate Controller emprega uma interface de usuário simples, juntamente com a funcionalidade de arrastar e soltar. Os operadores selecionam as separações 1-bit TIFF dos trabalhos recebidos e preenchem a chapa para economizar o máximo de material possível.

SmartFlexo Screening
Assuma o controle total de suas necessidades de retículas especiais para flexográfia com o SmartFlexo. Ajuste as configurações para otimizar os resultados na chapa selecionando os pontos de mudança de AM para FM. Remova pixels de pontos de meio-tom e áreas sólidas para melhor cobertura de tinta com menos tinta. Mantenha os pontos em áreas de destaque difíceis de segurar com as várias opções do SmartDot.

*Preço FOB Shanghai

Para mais informações entre em contato com:
Marcos Piskorz
+55 (41) 99845-0112 / www.alephgraphics.com.br

Histórias – Vitória Gráfica

Perto dos 85 anos e longe de se aposentar, senhor Cristovam Linero conduz a vida e a Vitória Gráfica com foco e dedicação


Histórias de Nossas Gráficas: Vitória Gráfica

O que você imagina estar fazendo quando chegar aos 85 anos de idade? Ter tempo livre para aproveitar a aposentadoria? Passar horas perto da família? Fazer aquelas atividades que sempre adiou por causa da correria no trabalho? Se são esses os seus planos, é melhor não pedir conselhos para o diretor da Vitória Gráfica, Cristovam Linero. Perto de completar 85 anos de idade, em 12 de março, o senhor Cristovam é um daqueles apaixonados pelo o que fazem e que estão longe de cogitarem parar de trabalhar.

E trabalhar, para ele, não é apenas dar aquela passadinha na gráfica para fazer de conta que tem uma ocupação. O senhor Cristovam dá expediente todos os dias das 6h45 às 18h30, inclusive em alguns finais de semana. Com a experiência acumulada em mais de 70 anos no setor gráfico, ele faz o gerenciamento estratégico do negócio e, quando precisa, até opera as máquinas. “A família pede para eu parar, mas aí eu vou ficar chato, pois gosto muito do que eu faço”.

E essa paixão não é de hoje. O senhor Cristovam se encantou pelo mundo da impressão por influência do pai, Afonso Linero, que abriu a Gráfica Linero em 1951, em Curitiba. Em 1953, a gráfica foi vendida, mas nesse mesmo ano os irmãos Linero (Pedro, Cristovam, Artur, e Hilário) compraram a empresa de volta.

O negócio foi tocado pelos quatro até 1960, quando Cristovam, Artur e Hilário compraram a Gráfica Vitória, que já funcionava em Curitiba, e Pedro continuou com a Gráfica Linero. Em 1990, os três donos da Gráfica Vitória dividiram o negócio, sendo que o senhor Cristovam ficou com uma parte, passando a chamar Vitória Gráfica, nome atual.  “Desde 90 passei a tocar a Vitória Gráfica junto com os meus filhos Josemar, Jeferson e Joseli, que faleceu em agosto de 2017”.

Ele conta com orgulho de como deu os primeiros passos no ramo gráfico. “Quando meu pai comprou a gráfica, larguei os estudos para ajudar. Tinha entre 14 e 15 anos e já trabalhava 12 horas por dia, aprendendo o oficio de impressor. Meu pai era ótimo profissional e me ensinava impressão tipográfica. Ele era rígido, pedia muita dedicação e não aceitava quando a gente errava. Por isso, eu prestava muita atenção e isso ajudou muito no aprendizado”.

Foi nessa época também que tomou gosto por algo que defende muito nos dias de hoje: a leitura. Como não havia televisão, as informações chegavam por meio do rádio e da leitura de livros. “Eu lia muitos livros técnicos e isso ampliava o aprendizado. Acho importante a leitura em material impresso e falta esse incentivo hoje, principalmente nos jovens”.

Muito trabalho

Quando os irmãos Linero compraram a gráfica, se revezavam na operação da empresa 24 horas por dia para dar conta da grande demanda de serviços. Não havia funcionários e nem equipamentos automatizados. A produção, manual, era voltada para serviços administrativos, como notas fiscais, fichários, entre outros.

Em 1960, quando o senhor Cristovam, Arthur e Hilário passaram a tocar a Gráfica Vitória, eles contavam com quatro funcionários e com poucos equipamentos. A primeira Heidelberg de Leque, tipográfica, foi comprada em 1966. Em 1970 a empresa já tinha cinco máquinas automáticas, produzindo panfletos, formulários e notas fiscais, tudo em preto e branco. Nesse ano, o quinto irmão, Luiz Fernando, passou a colaborar na Gráfica Vitória, em que ficou por oito anos. Depois, passou no concurso de auditores da Receita Federal. Sempre foi e continua sendo o conselheiro tributário dos irmãos Linero.

Em 1980, a empresa comprou a primeira offset, o que contribuiu para ampliar a produção de promocional e de embalagem. A primeira bicolor foi adquirida em 1995”.

Ao longo dos seus mais de 30 anos, a Vitória Gráfica sempre se manteve firme e com o foco em prestar serviços de qualidade, estando próxima do seu cliente. O forte hoje é o trabalho nos segmentos editorial, com livros e revistas, principalmente para o setor educacional. O senhor Cristovam conta que a empresa sempre se manteve sólida e com os pés no chão, sem dar um passo maior do que a perna. Por este motivo, por exemplo, prefere não fazer grandes investimentos no mercado digital. O atendimento a clientes desta área é feito em parceria com outras empresas.

Trabalho de educação do mercado

Em toda a sua trajetória de empresário no setor gráfico, o senhor Cristovam Linero se preocupou em contribuir para melhorar a performance das empresas, sobretudo das pequenas. O fato da Vitória Gráfica estar ativa em um segmento em que tem sido comum o fechamento das gráficas é fruto de uma inquietação que o senhor Cristovam já apresentava no início dos anos 70 em relação aos preços dos serviços praticados pelo setor.

Ele já era membro da diretoria do Sigep/Abigraf-PR quando começou a “pregar” a ideia de que o empresário tinha que conhecer seus custos para poder formar o preço de venda dos serviços. “Lembro que íamos ao interior do Paraná fazer palestras para os empresários e víamos muita simplicidade, com falta de conhecimento básico de gestão e de custos. Por isso, criamos uma tabela de preços para valorizar o serviço deles. Ainda assim, alguns diziam que não poderiam cobrar o valor que daria lucro porque os clientes não teriam condição de pagar. Ou seja, às vezes trabalhavam tendo prejuízo ou muito pouco lucro. Mas o pior é perceber que até hoje tem muito dono de gráfica que faz orçamento para o cliente sem saber ao certo seus custos”.

O senhor Cristovam alertava para a questão dos custos porque via muita discrepância no mercado, com concorrentes vendendo um impresso praticamente pela metade do que teria custado. E ele via este problema porque tinha aprendido a fazer os cálculos dos custos para a Vitória Gráfica. Como sempre foi interessado em aprender, já havia estudado por conta própria sobre formação de preço. Depois, melhorou os conhecimentos no Encontro dos Industriais Gráficos do Estado do Paraná, em 1972, com um professor do Senai/SP. “Ele deu uma apostila, que fui adaptando em relação ao que mais funcionava para o pequeno empresário. A gráfica era um negócio rentável, com média de uns 20% de lucro por produto. Hoje essa margem não chega a 10%. Por isso, mesmo na época de bons serviços muita empresa quebrou porque não sabia calcular os seus custos adequadamente. Por outro lado, saber disso fez muitas gráficas conseguirem se manter até hoje no mercado”.

Dirigente combativo

Essa consciência de ajudar sempre acompanhou o senhor Cristovam em suas atividades como membro do Sigep/Abigraf-PR. Ele conta que entrou para as entidades “meio que por acaso”. “Fui coagido, no bom sentido, a entrar no sindicato, porque um membro que iria compor a diretoria em que o Jorge Aloysio Weber seria o presidente, em 1971, foi vetado. Como eu era amigo do Raul Bley Maia, advogado do sindicato na época, ele pediu os meus documentos e me incluiu na chapa. Eu não queria, porque era pequeno empresário e sem tempo, mas acabei entrando. Aí, como estava na diretoria, fui muito ativo, e acabei me tornando presidente nas gestões de 1977/1980 e 1980/1983”.

Desde que entrou nas entidades, o senhor Cristovam sempre teve o foco em apoiar os pequenos empresários. Além de incentivar a gestão de custos nas empresas, enquanto presidente ele conseguiu reduzir o IPI de 15% para 0%, e o ISS, de 18% para 5%.

Mesmo depois dos seus dois mandatos, o senhor Cristovam se manteve ativo nas entidades, muitas vezes pontuando suas preocupações. Sempre deixou claro, por exemplo, que não concorda com as políticas de negociação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que, ao seu ver, favorecem as gráficas maiores. Também é combativo no formato do Prêmio de Excelência Gráfica Oscar Schrappe Sobrinho, o qual, diz, precisa ser mais aberto ao mercado e aos consumidores em geral para que todos percebam a importância dos materiais impressos no desenvolvimento intelectual e econômico. “Também defendo que as nossas entidades precisam forçar mais junto aos governos o incentivo à leitura de livros e a utilização de cadernos para desenvolver melhor o raciocínio das crianças”.

Por conta de divergência de pensamentos, preferiu ficar afastado das entidades entre 2013 e 2019, voltando na gestão de Edson Benvenho, em que ocupa o cargo de suplente. Voltou, diz, porque ainda quer contribuir com o setor. “Sou persistente e confiante. Aqui na gráfica, por exemplo, conseguimos passar por todas as dificuldades que a pandemia trouxe sem precisar demitir ninguém. Sempre vejo que, com empenho, conseguimos superar as dificuldades e por isso também quero continuar dando a minha visão e contribuição para o Sigep/Abigraf-PR. Mesmo com todas as decepções que tive no setor gráfico, vou continuar firme, pois isso faz toda a diferença.”

Esse é o Cristovam Linero, um senhor bom de papo, cordial e justo com seus propósitos de vida.

Ah ....e que nunca na vida tirou férias de 30 dias. “Os 15 dias de férias coletivas no fim do ano já estão bons demais”, brinca.

Comunicado ABIGRAF NACIONAL 013A / 2021 – EX -TARIFÁRIOS – BENS DE INTERESSE DO SETOR GRÁFICO – RESOLUÇÕES GECEX 167 e 168 de 2021

RESOLUÇÃO GECEX Nº 167, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2021 (com marcações)

RESOLUÇÃO GECEX Nº 168, DE 24 DE fevereiro de 2021 – com marcações

 

Informamos a publicação das Resoluções GECEX nºs 167 e 168 (anexas) (DOU – 26.FEV.2021) que alteraram para 0% (zero por cento) as alíquotas ad valorem do Imposto de Importação incidentes sobre diversos bens, na condição de ex-tarifários, com vigência até 31.DEZ.2021.

 

Ficam incluídos, respectivamente, nos Anexos I das Resoluções nº 14 e 15 (DOU – 19.FEV.2020), do Câmara de Comércio Exterior, os Ex-tarifários incidentes sobre os Bens de Capital e de Informática e Telecomunicações listados nas resoluções citadas acima.

 

O regime de “ex – tarifário” é um mecanismo para redução de custo na aquisição de bens, bem como de suas partes, peças e componentes, que consiste na redução temporária da alíquota do imposto de importação, quando não houver produção nacional.

 

Eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas através do e-mail dejur@abigraf.org.br.

 

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

 

São Paulo, 04 de março de 2021.

Comunicado ABIGRAF NACIONAL 011A / 2021 – RETOMADA FISCAL- NEGOCIAÇÃO DE DÉBITOS NA DÍVIDA ATIVA DA UNIÃO E DO FGTS NA RECUPERAÇÃO JUDICIAL – PORTARIAS PGFN / ME Nº 2.381 E 2.382 DE 2021

ABIGRAF NACIONAL / COM – 011A / 2021

 -RETOMADA FISCAL-

 NEGOCIAÇÃO DE DÉBITOS NA DÍVIDA ATIVA DA UNIÃO E DO FGTS NA RECUPERAÇÃO JUDICIAL

– PORTARIAS PGFN / ME Nº 2.381 E 2.382 DE 2021-

 

 

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou a Portaria PGFN / ME nº 2.381 / 2021 (DOU – 01.MAR.2021) (anexa) que reabre os prazos para adesão a negociações do Programa de Retomada Fiscal. O período de adesão é de 15.MAR a 30.SET.2021 pelo portal Regularize.

 

Atualmente, a PGFN oferece seis modalidades diferentes de acordos de transação. Para conhecê-las e fazer simulações, basta acessar o portal Regularize: (https://www.regularize.pgfn.gov.br/).

 

Pelo Programa de Retomada Fiscal, os contribuintes poderão negociar as dívidas nas modalidades transação extraordinária, prevista na Portaria PGFN nº 9.924 / 20, transação excepcional (Portaria PGFN nº 14.402 / 2020); transação no contencioso tributário de pequeno valor (Edital PGFN nº 16 / 2020); e transação excepcional para débitos do Simples Nacional (Portaria PGFN nº 18.731 / 2020).

 

As modalidades de transação excepcional abrangem também os débitos de pequenos produtores rurais e agricultores familiares, previsto na Portaria PGFN nº 21.561 / 2020.

 

O programa prevê o alongamento dos prazos de pagamento em até 145 meses e concessão de descontos de até 70%. Estão contemplados com a medida pessoas físicas, pessoas jurídicas e micro e pequenas empresas, incluindo aquelas que possuem débitos relacionados ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) e Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR).

 

Devido à reabertura dos prazos, a transação para débitos tributários vencidos no período de março a dezembro de 2020, prevista na Portaria PGFN nº 1.696 / 2021, que teria início em 01.MAR.2021 (ABIGRAF NACIONAL / COM – 007A / 2021), foi adiada de forma a começar no mesmo dia das demais modalidades do Programa, ou seja em 15.MAR.2021.

 

Ainda foi publicada a Portaria PGFN / ME nº 2.382 / 2021 (DOU – 01.MAR.2021) (anexa) que disciplina a possibilidade de inclusão de débitos inscritos em dívida ativa da União e do FGTS de responsabilidade de contribuintes em processo de recuperação judicial,.

 

O texto regulamenta as alterações feitas pela Lei nº 14.112 / 2020, que reforma a Lei de Recuperação Judicial e Falências.

 

Dentre os dispositivos da portaria, o Ministério da Economia destaca a regulamentação da transação tributária prevista no Art. 10-C da Lei 10.522 / 2002. Essas transações são aplicáveis aos empresários ou sociedades empresariais que tiverem a recuperação judicial aprovada, com limite máximo de redução de débitos de até 70% e prazo máximo de parcelamento entre 120 e 145 meses.

 

Fica facultado aos contribuintes em recuperação judicial:

 

– apresentar a respectiva proposta de transação posteriormente à concessão da recuperação judicial no prazo de 60 (sessenta) dias contados da data da publicação desta Portaria (01.MAR.2021);

 

– solicitar a repactuação do acordo de transação resolutiva de litígio formalizado anteriormente, no prazo de 60 dias contados da entrada em vigor da nova lei de falência nº 14.112 / 2020 (23.JAN.2021).

 

Por fim, vale lembrar que o Programa de Retomada Fiscal abrange um conjunto de medidas adotadas para estimular a conformidade fiscal relativa aos débitos inscritos em Dívida Ativa da União, permitindo a retomada da atividade produtiva em razão dos efeitos da pandemia da Covid-19.

 

Eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas através do e-mail dejur@abigraf.org.br.

 

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

 

São Paulo, 03 de março de 2021.

PORTARIA PGFN _ME Nº 2.381, 26 DE FEVEREIRO DE 2021

PORTARIA PGFN _ME Nº 2.382, 26 DE FEVEREIRO DE 2021

 

Comunicado ABIGRAF NACIONAL 008A / 2021 – EX -TARIFÁRIOS – BENS DE INTERESSE DO SETOR GRÁFICO – RESOLUÇÕES GECEX 155 e 156 de 2021

ABIGRAF NACIONAL / COM – 008A /2021

– EX – TARIFÁRIOS –

– BENS DE INTERESSE DO SETOR GRÁFICO –

– RESOLUÇÕES GECEX 155 e 156 de 2021 –

 

Informamos a publicação das Resoluções GECEX nºs 155 e 156 (anexas) (DOU – 17.FEV.2021) que alteraram para 0% (zero por cento) as alíquotas ad valorem do Imposto de Importação incidentes sobre diversos bens, na condição de ex-tarifários, com vigência até 31.DEZ.2021.

 

Ficam incluídos, respectivamente, nos Anexos I das Resoluções nº 14 e 15 (DOU – 19.FEV.2020), do Câmara de Comércio Exterior, os Ex-tarifários incidentes sobre os Bens de Capital e de Informática e Telecomunicações listados nas Resoluções GECEX citadas acima.

 

Ficam revogadas as Resoluções Camex nºs 14 e 15 de 2020.

 

O regime de “ex – tarifário” é um mecanismo para redução de custo na aquisição de bens, bem como de suas partes, peças e componentes, que consiste na redução temporária da alíquota do imposto de importação, quando não houver produção nacional.

 

Eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas através do e-mail dejur@abigraf.org.br.

 

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

 

São Paulo, 23 de fevereiro de 2021.

RESOLUÇÃO GECEX Nº 155 – 2021 (com marcações )

RESOLUÇÃO GECEX Nº 156, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2021 (com marcações)

Comunicado ABIGRAF NACIONAL 007A / 2021 – PORTARIA SEPRT 1.809 / 2021 – AUTORIZAÇÃO PARA O TRABALHO AOS DOMINGOS E FERIADOS

ABIGRAF NACIONAL / COM – 007A / 2020

– PORTARIA SEPRT 1.809 / 2021 –
AUTORIZAÇÃO PARA O TRABALHO AOS DOMINGOS E FERIADOS –

A Portaria SEPRT nº 1.809 / 2021 (DOU – 18.FEV.2021), em anexo, altera o Anexo da Portaria SEPRT nº 604 / 2019 para estabelecer o rol de atividades que possuem autorização permanente para trabalhar aos domingos e feriados civis e religiosos.

Cumpre destacar que a indústria gráfica não está abrangida pelo citado rol.

Esta Portaria entra em vigor em 1°.MAR.2021 e revoga a Portaria SEPRT nº 19.809 / 2020.

Eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas através do e-mail dejur@abigraf.org.br.

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

São Paulo, 18 de fevereiro de 2021.

PORTARIA SEPRT_ME Nº 1.809 DE 2021

Comunicado ABIGRAF NACIONAL 006A / 2021 – PGFN – TRANSAÇÃO DE DÉBITOS FEDERAIS – DE MARÇO A DEZEMBRO DE 2020 – PORTARIA PGFN nº 1.696 / 2021

ABIGRAF NACIONAL / COM – 006A / 2021

– PGFN –

TRANSAÇÃO DE DÉBITOS FEDERAIS – DE MARÇO A DEZEMBRO DE 2020 –

– PORTARIA PGFN nº 1.696 / 2021 –

 

 

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional – PGFN instituiu, por meio da Portaria nº 1.696 / 2021 (DOU – 11.FEV.2021) (anexa), a possibilidade de transação de débitos federais inscritos em dívida ativa, vencidos entre março e dezembro de 2020 e não pagos em decorrência da pandemia de Covid-19.

 

O prazo para a transação será de 1º.MAR.2021 até 19h do dia 30.JUN.2021.

 

A negociação também abrange os débitos apurados na forma do Simples Nacional vencidos no período de março a dezembro do ano passado. No caso de pessoa física, poderá ser negociado o débito de Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) relativo ao exercício de 2020.

 

Para conseguir a negociação junto à PGFN, o débito deve estar inscrito em Dívida Ativa da União até 31.MAI.2021.

 

Os benefícios e os procedimentos para adesão à nova modalidade são os mesmos da Transação Excepcional, que já estava disponível em 2020.

 

Como condição para a adesão, a PGFN avaliará a capacidade de pagamento do contribuinte, levando-se em consideração os impactos econômicos e financeiros decorrentes da pandemia.

 

Para tal finalidade, no caso de pessoa jurídica, considera-se impacto na capacidade de geração de resultados a redução, em qualquer percentual, da soma da receita bruta mensal de 2020 – com início no mês de março e fim no mês imediatamente anterior ao mês de adesão – em relação à soma da receita bruta mensal do mesmo período de 2019, apurada na forma do art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598 / 1977.

 

Diante disso, o contribuinte interessado na negociação deverá prestar informações à PGFN, de forma a demonstrar os impactos financeiros sofridos. Essas informações serão comparadas com as demais informações econômico-fiscais disponíveis na base de dados da PGFN, para fins de avaliação da capacidade de pagamento.

 

A modalidade permite que a entrada – referente a 4% do valor total das inscrições selecionadas – seja parcelada em até 12 meses, sendo o pagamento do saldo restante:

 

  • dividido em até 72 meses para pessoas jurídicas, com possibilidade de descontos de até 100% sobre os valores de multas, juros e encargos, respeitado o limite de até 50% do valor total da dívida;

 

  • dividido em até 133 meses para pessoas físicas, empresários individuais, microempresas, empresas de pequeno porte, instituições de ensino, Santas Casas de Misericórdia, sociedades cooperativas e demais organizações da sociedade civil de que trata a Lei nº 13.019 / 2014, com possibilidade de descontos de até 100% sobre os valores de multas, juros e encargos, respeitado o limite de até 70% do valor total da dívida.

 

Para a transação envolvendo débitos previdenciários, a quantidade máxima de prestações continua sendo 60 parcelas, devido a limitações constitucionais.

 

O procedimento de adesão possui três etapas, sendo todas feitas por meio do portal Regularize, na opção Negociar Dívida > Acesso ao Sistema de Negociações.

 

A primeira etapa consiste no preenchimento da Declaração de Receita / Rendimento, etapa indispensável para que a PGFN verifique a capacidade de pagamento do contribuinte e libere a proposta de acordo. Feito isso, caso o contribuinte esteja apto, poderá realizar a adesão ao acordo.

 

Após a adesão, o contribuinte deverá pagar o documento de arrecadação da primeira prestação para que a transação seja efetivada. Caso não haja o pagamento da primeira prestação até a data de vencimento, o acordo é cancelado.

 

Eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas através do e-mail dejur@abigraf.org.br.

 

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

 

São Paulo, 15 de fevereiro de 2021.

PORTARIA Nº 1.696, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2021 –

Histórias – Kamaro

Um longo caminho percorrido é uma construção diária de histórias. E a nossa foi construída através de muitas histórias. Todos os nossos parceiros construíram sua trajetória e agora, nós temos o prazer de trazer a vocês um pouco dessa jornada.


Histórias de Nossas Gráficas: Kamaro Indústria Gráfica

O Sigep/Abigraf-PR vão contar um pouco da história das gráficas associadas, com nossa visão de como essas empresas vêm superando os desafios do setor e evoluindo ano após ano. Começamos com a Kamaro Indústria Gráfica, dirigida pelos empresários Lucio Marin e Tarcizio Antonio Marin, que também faz parte da nossa diretoria. A Kamaro está localizada em Pato Branco, de onde tem estrutura e competência para atender todo o território brasileiro com frota própria. São mais de 40 anos de tradição em soluções para embalagem.

A empresa possui capacidade de conversão de aproximadamente 1.200 toneladas/mês entre cartões duplex e tríplex. Possui uma linha de produtos diversificada para atender a demanda na área de alimentos, congelados e pratos prontos, microondulados, frigorificados, visores, farmacêutica, além de embalagens diversas.

Os produtos seguem as rigorosas normas de segurança e qualidade e evidenciam o compromisso da Kamaro com a preservação do meio ambiente. A empresa possui certificações internacionais, como a "FSC®", que confirma o compromisso em transformar papel cartão vindo de fontes de reflorestamento, e a “Printed With Soy Ink”, que determina que todas as tintas sejam provenientes de recursos vegetais, além do BPF (Boas Práticas de Fabricação), emitido pela Anvisa.

Destaque também para os diversos acabamentos e serviços especializados para que as embalagens dos clientes sobressaiam nas gôndolas. E nada melhor para uma embalagem ser atrativa do que o uso correto das cores. Por isso, a Kamaro investe pesado em maquinários de última geração, com calibração de tinta comandada por computadores, para que as cores sejam impressas exatamente como deve ser.

Novos investimentos

A filosofia da empresa é o que está bom pode e sempre deve melhorar. Por isso, a Kamaro está anunciando a aquisição de duas impressoras da consagrada plataforma Rapida. Uma delas é a Nova Rapida 76-6+L Híbrida, considerada a primeira impressora da América Latina com essa versão. Ela trabalha com velocidade de produção de até 18 mil folhas por hora. Trata-se de um equipamento versátil, com tecnologia de câmera que lê todas as folhas e desacoplamento automático das rolarias. Na visão do executivo de vendas da Koenig & Bauer, Douglas Guedes, esta máquina realmente fará a diferença para a Kamaro atender os seus clientes.

A outra máquina é a Rapida 105-6+L Híbrida, que chega para aumentar a flexibilidade e agilizar a produção. Os equipamentos imprimem diferentes substratos como papel, papelcartão, filme e microondulado.

Os investimentos colocam a Kamaro em um novo patamar no ponto de vista tecnológico, pois trazem ainda mais capacidade de atender as necessidades da diversificada e exigente carteira de clientes da empresa. Ao mesmo tempo, deixam a gráfica segura para antecipar tendências e conquistar novos negócios.

Diante dos desafios cada vez maiores do mercado, a Kamaro sabe que entender o que o cliente precisa imprimir é o primeiro passo para alinhar os investimentos nos equipamentos adequados, como a empresa acabou de fazer.

KAMARO

omunicado ABIGRAF NACIONAL 004 / 2021 – ARGENTINA – REGISTRO DE INFORMAÇÕES CAMBIAIS PARA EXPORTADORES E IMPORTADORES DE BENS – COMUNICADO BCRA

REGIME PENAL CAMBIARIO

Comunicado BCRA

ABIGRAF NACIONAL / COM – 004A /2021 

– ARGENTINA-

-REGISTRO DE INFORMAÇÕES CAMBIAIS PARA EXPORTADORES E IMPORTADORES DE BENS –

– COMUNICADO BCRA –

 

 

O Banco Central da República Argentina (BCRA) anunciou a criação de Registro de Informações Cambiais para Exportadores e Importadores de Bens, com o objetivo de facilitar o cumprimento das normas cambiais e reduzir a burocracia.

 

O sistema ainda não está disponível. Segundo o comunicado do BCRA, os agentes de comércio exterior deverão se registrar, até 30.ABR.2021, por meio de um aplicativo (ainda não divulgado) da Administração de Finanças e Ingressos Públicos (AFIP). O BCRA também divulgará oportunamente a lista com os agentes cujo registro será obrigatório, mas o objetivo inicial da autoridade monetária é cadastrar os 100 maiores operadores.

 

A partir de maio, todas as operações de saída de divisas deverão estar em conformidade com o registro. O BCRA comentou que utilizará o sistema como uma instância prévia de solução de infrações ao regime penal cambiário (em anexo).

 

Segue anexo o comunicado do BCRA.

 

Eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas através do e-mail dejur@abigraf.org.br.

 

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

 

São Paulo, 10 de fevereiro de 2021.